sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Comunidades Virtuais e Redes Sociais

As redes sociais e as comunidades virtuais são ótimas fontes para troca de informação e aprendizagem.
Geralmente essas redes e comunidades são formadas por pessoas que possuem interesses em comum, mas também tem aquelas em que se conectam para ter acesso a tipos de informações diferenciadas. É o caso do Yahoo! Respostas, que eu considero muito útil. Sempre que não encontro resposta para alguma dúvida, acesso a rede e lanço a minha pergunta. Logo alguém responde mesmo que seja para dar apenas uma dica. Ali se pode selecionar a área em que melhor se insere o tema da questão a ser perguntada. Isso quer dizer que, quem responder a questão, está acessando a mesma área de interesse. Nesse caso, existem os benefícios de colaboração/cooperação e de socialização.
Quanto às comunidade virtuais como o Orkut, que a princípio deveriam unir pessoas sob um mesmo tema, tenho minhas dúvidas. Realmente as pessoas “se adicionam” a certas comunidades porque se identificam com os gostos ou temáticas, etc. Tá, e daí? Uma comunidade que se chama ADORO TRAKINAS DE MORANGO pode ter 680.952.528 amigos (é um número fictício), mas...será que ela realmente está servindo para a troca de informação ou para agregar os benefícios mencionados anteriormente? Acho pouco provável. Isso não é o pior, ainda tem gente que usa a rede para propagar idéias preconceituosas e criminosas.
Em contrapartida, existem comunidades relacionadas a outros temas e que são intensamente ativas. Gostos em comum por certos grupos musicais, por determinado artista, por profissões e temas relacionados com certeza tem uma troca de informação muito grande. Lançam novidades nos links, enquetes, fóruns, notícias, etc.
É um recurso fantástico, diria até mesmo que poderoso em termos de sociabilização da informação, pois rompe as barreiras geográficas e sem dúvida é muito democrático.
Enfim, as redes virtuais possibilitam troca de informações úteis e inúteis, basta usar de bom senso para achar uma boa maneira de utiliza-la e aproveita-la.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Webmuseus

A importância dos webmuseus para a disseminação da informação consiste em serem recursos através do qual as pessoas podem conhecer mais sobre arte e história de diversos lugares e segmentos.
Muitas vezes, estes são assuntos que intimidam as pessoas, pois parece que são temas para poucos privilegiados.
O ambiente frio dos museus geralmente não parece nada acolhedor. Sempre a mesma coisa: silêncio e distância de tudo. Causa mais espanto do que curiosidade e admiração, principalmente ao público mais jovem que tem necessidade de movimento e criatividade para prender sua atenção. Visitar um museu pode não ser uma coisa tão divertida e interessante (a menos que seja como o museu da PUC), mas visitar um museu através da web é uma forma muito mais atraente para os jovens que não tem muita paciência.

A visita ao Museu do Iraque foi incrível, ainda mais por se tratar de história. Tudo que tem história é sempre mais interessante. O site é bem elaborado, de fácil navegação. As cores são totalmente relacionadas à realidade do lugar, tudo em tom de cinza e areia. Os itens do acervo podem ser visualizados em conjunto, como se estivessem dispostos em uma sala. Os objetos possuem links que permitem acessar informações individualizadas de cada um deles.
As vantagens consistem no fato de se visitar o museu sem precisar viajar até ele.
A desvantagem destes espaços virtuais está mais relacionada ao acesso da própria rede: downloads demorados, internet intemitente, restrições a determinados links. Certamente isso não chega ser uma desvantagem da página em si, mas são problemas que prejudicam a visita ao site, dependendo do local de onde se está acessando.
Já o Museu Virtual de Arte Brasileira, não achei tão interessante. Parece um site comum onde se disponibilizam imagens e informações sobre elas.
Pra que esse tipo de recurso realmente atinja seu objetivo, ele deve ser muito bem elaborado e abusar da criatividade, senão se torna lugar comum na web.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

JORNAIS NACIONAIS ONLINE

Apesar de achar que é bastante útil e importante conhecer a versão on line dos jornais impressos, continuo não tendo o hábito de acessá-los. Com exceção da Zero Hora, mas só para consulta rápida ou para ler notícias sobre algo que ouvi comentar.
Normalmente eu nem vou direto ao site da ZH, mas busco pelo Google e escolho o link mais apropriado. Acredito que muita gente também faz assim.
Considero importante que os profissionais da informação tenham conhecimento deste tipo de veículo de comunicação e saibam a melhor maneira de utiliza-los.
É um recurso bastante apropriado para uma unidade de informação que esteja informatizada. É também uma boa maneira de praticar a inclusão social através da inclusão digital.
É uma forma de incentivar o gosto pela leitura. Já que navegar pela internet é tão prazeroso, então que o seja navegar e estar informado ao mesmo tempo.
O interessante é que os jornais eletrônicos oferecem meios para que o leitor interaja com a publicação. Na maioria deles, há uma parte dedicada à opinião do leitor (igual aos jornais impressos), existe o fórum, os blogues que possibilitam a interação, promoções para ganhar brindes e etc. No caso da Zero Hora e do O Estadão, se pode até enviar fotos pelo celular para virarem notícia. E olha que aparece cada imagem interessante, como aquela foto do surfista do Arroio Dilúvio, que foi tirada bem no dia do temporal em Porto Alegre (na edição ZH de 19/11/2009).
Mas além destes aspectos, é importante não esquecer de prestar atenção na forma como a notícia é apresentada, se há alguma distorção nos fatos, algum tipo de opinião ou tendência no modo como a notícia está publicada.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Jornais internacionais online

Para os profissionais da informação, acho importante que se pratique a leitura de jornais internacionais, principalmente os mais importantes como os que estão indicados na súmula da disciplina. Já que os impressos são mais difíceis de conseguir, o jornal online possibilita o acesso.
Neste caso, vale também conhecer e avaliar a linha de pensamento que está por trás das notícias. Informações tendenciosas devem ser cuidadosamente lidas e interpretadas.
Apesar de considerar importante, ainda não tenho o costume de ler os jornais internacionais.
Há algum tempo atrás, eu lia diariamente o Pravda (www.pravda.ru), jornal russo, porém na edição portuguesa (de Portugal - http://port.pravda.ru). Isso por que eu estudava língua russa na época e utilizava este jornal para treinar a leitura.
Lembro que quando comecei a acessa-lo, há uns 3 anos, ele tinha um posicionamento bem definindo, inclusive no fórum se encontrava bem explicito o pensamento do editor, principalmente no que tocava às notícias da Rússia. Atualmente, percebo que se tornou um jornal da web com notícias mais gerais, inclusive no link “Acerca do Jornal”, tem aquela notinha informando que a opinião dos autores não corresponde necessariamente a dos editores. Não sei dizer quando ocorreu a mudança, pois fiquei um tempão sem acessar.


Ler as notícias naquela época, era bom, pois trazia sempre as últimas ocorridas naquela região e costumeiramente um pouco do resgate da história dos fatos. Claro que sempre de um ponto de vista unilateral. Mas era válido, pelo menos pra quem quisesse saber o que estava acontecendo por lá.
Dessa forma, penso que os outros jornais internacionais devem ter o mesmo caráter e quem pode fazer uma análise mais cautelosa acerca da informação publicada é um profissional mais preparado e comprometido. Além de auxiliar na divulgação das informações para o usuário, ainda colabora para o crescimento cultural de ambos.